Casa inteligente: o que é e por que é tendência?

Você provavelmente já ouviu a expressão “casa inteligente” por aí, não é mesmo? Também chamadas de “casas conectadas” ou, em inglês, de “smart homes”, elas acompanham a tendência de usar a tecnologia para trazer mais conveniência e conforto para o lar.
Mas afinal, o que é uma casa inteligente e por que todo mundo está investindo nisso? É o que vamos descobrir nas próximas linhas!
Qual o conceito de casa inteligente?
Chamamos de casas inteligentes os lares que investem em equipamentos tecnológicos para realizar tarefas de forma automática ou remota e, assim, tornar a vida dos moradores mais simples e prática.
Um bom exemplo são as automações integradas com o Echo Dot — aparelho conhecido pela assistente virtual da Amazon, a Alexa.
Com o sistema bem configurado e os aparelhos certos, você pode fazer um comando de voz para abrir e fechar janelas, ligar e desligar luzes e até acionar eletrodomésticos como o ar condicionado. Também é possível programar essas mesmas ações para horários do dia específicos ou acioná-las remotamente, pelo celular.
Outro exemplo surpreendente são as geladeiras que utilizam sensores para identificar alimentos que estão chegando ao fim ou que já acabaram. Além de avisar os moradores, elas podem ser programadas para fazer as compras de reposição de forma automática!
Quais são as vantagens e desvantagens das casas conectadas?
De fato, é muito cômodo poder chegar em casa com o ar condicionado já na temperatura ideal, janelas fechadas, sua música preferida tocando e até com o chão limpo porque o robô aspirador foi programado para trabalhar enquanto você estava fora.
Mas apostar em automação residencial também pode significar mais segurança, se você investir em câmeras, fechaduras e sensores de presença, por exemplo. Também pode ser um caminho para economizar, se você ajustar os horários para que certos aparelhos sejam ligados e desligados.
Por outro lado, é necessário um bom planejamento para investir nos dispositivos. Quando falamos de internet nos dias de hoje é fundamental se preocupar com a segurança. Pensando nisso, busque por equipamentos e sistemas de marcas confiáveis e troque as senhas padrão que vêm configuradas neles (principalmente das câmeras).
Se possível, também vale investir em um roteador com bons recursos de segurança, ativar firewalls em todos os computadores e roteadores e criar uma rede apenas para o uso dos instrumentos de casa inteligente. Assim, se um deles for hackeado, o criminoso terá muito mais dificuldade para acessar informações dos computadores e celulares que estão na outra rede — e que podem conter suas senhas de e-mail, número de documentos e até dados bancários.
O que é preciso para ter uma casa inteligente?
Depois de se certificar que sua estrutura elétrica está em dia, o primeiro passo é escolher um ecossistema para centralizar a gestão dos aparelhos. Hoje, os mais populares são a Alexa, Google Assistente e Siri.
Depois, liste os tipos de automação que mais poderiam facilitar sua vida, compre os aparelhos compatíveis e instale sozinho ou com a ajuda de um especialista.
Existem também alguns kits que já incluem as principais ferramentas de automação residencial, como lâmpadas, plugs de tomada com wi-fi, fechaduras, sensores de presença, entre outros.
Mas se você já está pensando em fazer uma reforma completa e quer aproveitar para transformar sua casa em um lar conectado, não deixe de mencionar esse desejo para o arquiteto! Dessa forma, ele pode te ajudar a escolher os aparelhos e instalá-los durante a obra, para que você não tenha esse trabalho depois.


